O feminino hoje em dia difere da noção que antigamente se possuía ou se lhe proporcionava, pois dependendo da época esse termo assumiu diversas conotações.
Se uma moça ou jovem mulher fosse inquirida sobre a significância deste termo em plena década de 40 ou 50, ela de imediato se remeteria à condição de jugo ou subserviência ante o masculino e a sua capacidade como mulher em manter-se dentro dos padrões que deveria ter para ser considerada como um ser feminino, e para possuir essa catalogação ela deveria corresponder a esse padrão que não fora ditado por outras imagens femininas, mas pela figura masculina patriarcal, ou seja, cumprir com seu dever de fêmea procriadora, administradora do lar e da família, como a abnegação ao casamento e a criação da prole, e geralmente a omissão quanto aos seus desejos e vontades.Hoje ao referir-nos ao “feminino” acionamos uma gama de significados e significâncias assim como valores que outrora poderiam incorrer na desclassificação da mulher como ser “feminino”.
